Instrução técnica bombeiro

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Instrução técnica bombeiro

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DECRETO Nº 63.911, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2018

IT-01-2019-Procedimentos Administrativos

IT-02-2019- Conceitos-basicos-de-seguranca-contra-incendio 

IT – 03-2019-terminologia-de-seguranca-contra-incendio

IT – 04-2019-simbolos-graficos-para-projeto-de-seguranca-contra-incendio 

IT 05-2019 Segurança contra incêndio urbanística

IT 06-2019 – Acesso de viatura na edificação e áreas de risco

IT 07-2019 isolamento de risco edificação

IT-08-2019 – Segurança estrutural contra incêndio

IT-09-2019 Compartimentação horizontal e compartimentação vertical

IT-10-2019 Controle de materiais de acabamento e de revestimento

IT-11-2019 Saídas de emergência

IT-12-2019 Centros esportivos e de exibição – requisitos de segurança contra incêndio

IT-13-2019 Pressurização de escada de segurança

IT-14-2019 Carga de incêndio nas edificações e áreas de risco

IT-15-2019-P1 Controle de fumaça

IT-16-2019 Gerenciamento de riscos de incêndio

IT-17-2019 Brigada de incêndio

IT-18-2019 Iluminação de emergência

IT-19-2019 Sistema de detecção de incêndio

IT-20-2019 Sinalização de emergência

IT-21-2019 Sistema de proteção por extintores de incêndio

IT-22-2019 Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio

IT-23-2019 Sistemas de chuveiros automáticos

IT-24-2019 Sistema de chuveiros automáticos para áreas de depósito

IT-25-2019 Líquidos combustíveis e inflamáveis

IT-26-2019 Sistema fixo de gases para combate a incêndio

IT-27-2019 Armazenamento em silos

IT-28-2019 Manipulação, armazenamento, comercialização e utilização de gás lique-feito de petróleo (GLP)

IT-29-2019 Comercialização, distribuição e utilização de gás natural

IT-30-2019 Fogos de artifício

IT-31-2019 Segurança contra incêndio para heliponto e heliporto

IT-32-2019 Produtos perigosos em edificações e áreas de risco

IT-33-2019 Cobertura de sapé, piaçava e similares

IT-34-2019 Hidrante urbano

IT-35-2019 Túnel rodoviário

IT-36-2019 Pátio de contêineres

IT-37-2019 Subestação elétrica

IT-38-2019 Segurança contra incêndio em cozinha profissional

IT-39-2019 Estabelecimentos destinados à restrição de liberdade

IT-40-2019 Edificações históricas, museus e instituições culturais com acervos museológicos

IT-41-2019 Inspeção visual em instalações elétricas de baixa tensão

IT-42-2019 Projeto Técnico Simplificado (PTS)

IT-43-2019 Adaptação às normas de segurança contra incêndio – edificações existentes

IT-44-2019 Proteção ao meio ambiente


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Reforma de prumada elétrica

Projeto de quadro de medidores cpfl


Montagens de quadro de medidores de energia
Reformas de quadro de medidores de energia
Instalação ( predial, industrial, comercial residencial )
Instalação, manutenção e reforma elétrica e civil

 

 

 

 

Reforma de prumada elétrica

Nada é para sempre.

Em se tratando de condomínios, é bom que isso fique claro, já que tudo precisa de manutenção, principalmente quando se trata de instalações elétricas.

O entendimento entre os especialistas é que a durabilidade das instalações de um empreendimento gire em torno de 30 anos. E é possível imaginar como a demanda por energia elétrica dentro das unidades mudou nesse período de tempo.

A estimativa da Procobre, instituição que promove estudos e pesquisas sobre o uso de cobre na América Latina, é dereforma-de-quadro-de-medidores-de-energia que a demanda por energia elétrica aumentou em seis vezes nesse período. Para ilustrar a situação, na década de 1980, um modelo comum de chuveiro era de 1.800W.

Hoje a potência do aparelho chega a 6 mil W. No passado, um fio de bitola de 2,5 mm era mais que o suficiente para suprir as necessidades de uma casa. Agora, essa medida é de 6 mm.

Portanto, muitos condomínios ainda contam com instalações defasadas, e os riscos vão desde quedas de energia e incêndios a choques de alta voltagem, que podem, inclusive, matar uma pessoa. E não custa lembrar que que o síndico é co-responsável pela segurança dos moradores.

Por isso, tal questão – muitas vezes negligenciada por síndicos e administradores – deve ser tratada com seriedade e atenção, até porque, além dos riscos, também pode gerar desperdícios consideráveis para o condomínio, devido a fuga de energia.

Veja abaixo o que fazer para não ficar às escuras e evitar acidentes e desperdícios 

SINAISquadro_de_medidores_cpfl

Se a instalação elétrica de todo o empreendimento está antiga ou não está apta para tanta demanda, pequenas falhas começam a acontecer: energia que vive caindo, luz piscando, tomadas que esquentam, pequenos choques, quedas dos disjuntores, cheiro de queimado ou de fumaça.

Esses sinais mostram que a rede elétrica precisa de uma intervenção. Por isso, um zelador atuante pode ajudar, e muito, a captar os primeiros sinais de que algo não vai bem, ao relatar imediatamente para o síndico. Os custos com reformas serão menores do que se o problema for adiado indefinidamente.

Nesses casos, vale chamar uma empresa especializada no assunto, que deve contar  com um engenheiro elétrico e com a aparelhagem necessária, como aparatos que medem fuga da energia e que gerenciam o consumo. Assim, ele vai poder diagnosticar corretamente o que há de errado com o condomínio.

INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO

A medida mais usada por condomínios que começam a sentir problemas elétricos é a troca do disjuntor. Essa, porém não é a melhor decisão a ser tomada. O ideal, em casos em que há quedas frequentes do disjuntor, é que seja feita a troca dos fios em questão, para que assim, o uso da energia elétrica aconteça de forma responsável.

O ideal é que prédios façam uma inspeção completa da parte elétrica a cada cinco anos, com empresa especializada. Novas edificações podem esperar dez anos.manutencao eletrica

Em prédios com mais de 30 anos, talvez seja necessário rever toda a parte elétrica – saber se o condomínio conta com um aterramento adequado e se segue  as recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como um dispositivo de proteção diferencial residual, obrigatório em edificações desde 1997.

Além de adequar as instalações do condomínio, essas melhorias também reduzem ou eliminam fuga – e conseqüente desperdício – de energia elétrica. Estudos apontam que uma estrutura adequada reduz, em média, 5% do valor da conta de energia.

Outra troca que deve ser feita o mais rápido possível em prédios antigos é a dos quadros de força. Nesses casos, não só a estrutura de madeira pode ser danificada por cupins, como os fios elétricos também. Até suas capas podem ser comidas pelo bicho. A troca deve ser feita por uma estrutura de metal, mais resistente e adequada para o uso.
Quem estiver interessado em investigar as condições elétricas de seu condomínio pode fazer uma verificação do padrão médio de consumo das unidades, com uma empresa especializada. Basta fazer um levantamento dos equipamentos usados ali – é preciso contar com a ajuda dos moradores. Com esse dado, é possível saber se o condomínio consegue atender a essa demanda de maneira tranquila.

Caso a resposta seja negativa, será necessário, provavelmente, reprojetar o centro de medição do empreendimento, e refazer todo o cabeamento, desde o centro de medição até as prumadas. Também será necessário pedir à concessionária de energia por um aumento na oferta de seu produto para o local.

Segue abaixo exemplo de roteiro de inspeção predialroteiro-de-inspeção-predial